sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Brutto Estate.



Estate
Sei calda come i baci che ho perduto
Sei piena di un amore che è passato
Che il cuore mio vorrebbe cancellare
Odio l’estate Il sole che ogni giorno ci scaldava
Che splendidi tramonti dipingeva
Adesso brucia solo con furore

Tornerà un altro inverno
Cadranno mille petali di rose
La neve coprirà tutte le cose
E forse un po’ di pace tornerà

Odio l’estate
Che ha dato il suo profumo ad ogni fiore
L’estate che ha creato il nostro amore
Per farmi poi morire di dolore

Tornerà un altro inverno
Cadranno mille petali di rose
La neve coprirà tutte le cose
E forse un po’ di pace tornerà

Odio l’estate
Che ha dato il suo profumo ad ogni fiore
L’estate che ha creato il nostro amore
Per farmi poi morire di dolore

Odio l’estate
Odio l’estate
Odio l’estate
Odio l’estate…

Ps:
Non l'odio, ma..
mi dispiace tutta questa pioggia.
Piove nel mio cuore.
Inonda mi'alma.
Fa soffrire i miei occhi.
Sento la musica del profondo dolore.
Che suona..
suona al primo cadere delle goccie.
Fammi temere le nuvole,
che da nulla diventano arrabiate,
brutte, senza pietà,
Perdono la purezza e uccidono gli uomini.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

DANUBIO VERMELHO



Mais acostumados a divulgar vazamentos de petróleo que acidentes da indústria de alumínio, jornais de todo mundo espantaram seus leitores ao divulgarem no começo de outubro imagens da pequena cidade húngara de Ajka (a 160 km de Budapeste), inundada por um líquido espesso,
vermelho e altamente cáustico. A destruição, causada pelo rompimento de um reservatório de “lama tóxica” – como ficou conhecido o material, que chegou a alcançar o rio Danúbio –, trouxe à tona as sérias questões ambientais que envolvem a fabricação do metal. Para alguns pesquisadores, a catástrofe reforça a necessidade urgente de encontrar uma utilidade para esse resíduo corrosivo, que se acumula em gigantescas lagoas artificiais construídas em diversos
países onde há exploração de bauxita – entre eles, o Brasil. Da bauxita se extrai a alumina (óxido de alumínio), que depois é convertida em alumínio, o metal leve e maleável com o qual são feitas latas de bebidas, embalagens de alimentos e esquadrias de portas e janelas, para citar
apenas alguns exemplos domésticos.
Para produzir uma tonelada de alumínio são necessárias quatro toneladas de bauxita e, no processo de beneficiamento, são geradas duas toneladas de lama vermelha, explica Maria Lúcia Pereira Antunes, pesquisadora do Núcleo de Automação e Tecnologias Limpas da Unesp em Sorocaba.
“Ninguém sabe o que fazer com esse resíduo. É um enorme passivo ambiental.” Muitos veículos de imprensa chegaram a noticiar que o resíduo vazado em Ajka tinha alto teor de metais pesados, que são tóxicos (daí o apelido que a lama recebeu), mas a informação não foi confirmada pelo governo húngaro – e esses elementos não costumam estar presentes no processo de
beneficiamento ou na bauxita.
Os principais componentes minerais da Danúbio vermelho lama vermelha são óxido de ferro (de onde vem sua cor) e óxido de sílicio (na forma de areia e quartzo), além de uma pequena
quantidade de óxido de titânio. Teoricamente, a indústria poderia reaproveitar o óxido de ferro, mas a tarefa é economicamente inviável. “É mais barato extraí-lo da natureza”, afirma a pesquisadora.
Do ponto de vista ambiental, o maior problema da lama vermelha é sua característica alcalina, que faz com que ela queime e corroa quase tudo que toca. O método químico usado na extração de alumina a partir da bauxita usa como solvente o hidróxido de sódio, mais conhecido
como soda cáustica, que permanece no resíduo. Na escala de pH, em que 1 é o máximo da acidez e 14, o máximo da alcalinidade, a lama que vazou na Hungria atingia o valor de 13.
No Estado de São Paulo, onde a legislação ambiental obriga que as empresas diminuam a alcalinidade do resíduo, o pH da lama vermelha fica entre nove e dez. Mesmo assim, é algo agressivo o bastante para alterar o equilíbrio biológico de uma região caso ela seja afetada por um vazamento, principalmente se o líquido atingir os cursos d’água, como ocorreu em Ajka. Segundo Maria Lúcia, é difícil imaginar o impacto do acidente no rio Danúbio, dada a quantidade gigantesca de resíduo lançada no ambiente. As estimativas giram em torno de 700 milhões de litros de lama vermelha – mais que o volume calculado para o vazamento de petróleo no Golfo do México entre abril e agosto deste ano (cerca de 600 milhões de litros), o maior desastre ambiental da história dos Estados Unidos.

Resíduo que limpa resíduo

A pesquisadora de Sorocaba é uma física que se tornou especialista na formação e caracterização da alumina e, de tanto visitar com seus alunos o reservatório mantido
por uma refinaria da CBA (Companhia Brasileira de Alumínio) em Alumínio, perto de Sorocaba, decidiu levar a lama vermelha para o laboratório e procurar uma utilidade para o resíduo. Com um projeto financiado pela Fapesp, ela quer saber se esse material pode ser usado no tratamento dos efluentes da indústria têxtil. “Por mais que a indústria trate os efluentes têxteis como manda a legislação, é muito difícil remover completamente os corantes (que tingem os tecidos)”, diz. “O resultado é uma água que sempre tem um pouco de cor.” Sua ideia é usar a lama vermelha da mesma forma como é usado o carvão ativado, para adsorver os corantes e deixar o efluente mais limpo.
A adsorção é um fenômeno físico no qual as moléculas de um fluido (o adsorvido)
aderem, por atração de cargas elétricas, a uma superfície sólida (o adsorvente). Maria Lúcia tem secado a lama até transformá-la num pó e imobilizá-lo numa placa, pela qual o efluente poluído passará e do qual, espera-se, poderá sair mais limpo. “Ainda estamos na fase de bancada, estudando as propriedades da lama e testando diferentes frações dela para ver que tipo de corante ela adsorve melhor”, explica.
Enquanto isso, seu colega Fabiano Tomazini da Conceição, geólogo da Unesp em Rio claro, faz algo parecido, mas com finalidade um pouco diferente. Ele quer saber se a lama tóxica é capaz de remover metais pesados da água contaminada.
Os resultados, também neste caso, são preliminares. Trabalhando com metais como chumbo, cobre, cádmio e níquel, ele tem feito testes para saber quanto o material é capaz de adsorvê-los. “Usamos a lama in natura ou ativada, isto é, quepassa por um tratamento térmico, com o objetivo de aumentar a adsorção”, explica. O projeto conta com apoio do CNPq.

Expertise australiana

Especializado no manejo de bacias hidrográficas, Tomazini começou a se interessar
pela lama vermelha durante o pós-doc na Universidade de Brisbane, na Austrália, de onde voltou no ano passado com o contato de alguns pesquisadores.
Ele já conhecia Maria Lúcia do câmpus de Sorocaba, onde trabalhou até 2008, antes de se transferir para Rio Claro. Os interesses dos dois convergiram e agora é ela que está de malas prontas para Brisbane, para um estágio de três meses. Maior produtor mundial de bauxita, a Austrália é também o país que mais investe em pesquisas para transformar o resíduo da fabricação do alumínio em algo útil. Uma das linhas de pesquisa dos cientistas australianos, conta Tomazini, é o uso da lama vermelha para a adsorção de gás carbônico. Se mostrar capacidade e eficiência para sequestrar um dos principais responsáveis pelo efeito estufa, o resíduo poderia ser usado em filtros de escapamentos e chaminés. Adsorver corantes, metais pesados ou gás carbônico é um jeito de dar utilidade para a lama vermelha, mas isso não elimina
elimina o problema de ela continuar ocupando espaço no planeta, sempre correndo o risco de contaminar o ambiente, alertam os pesquisadores. Por isso, a segunda etapa
das pesquisas envolve o uso do resíduo (com qualquer coisa que estiver adsorvida
nele) na fabricação de concreto e tijolos.
“Só assim a gente resolve um problema de escala, já que a quantidade de lama produzida é muito grande”, diz Maria Lúcia. No caso do concreto, a ideia é substituir
uma fração da areia por lama vermelha. Para os tijolos, a situação é mais delicada.
“Como é um material cerâmico, envolve queima. Nós precisamos saber que tipo de resíduo vai sair pela chaminé, senão o que poderia ser uma solução ambiental, vira
um problema”, pondera a pesquisadora.
A pesquisa está só começando. “Temos de entender como os grânulos da lama e os minerais contidos nela vão compor a estrutura do tijolo”, afirma Tomazini. Uma das preocupações, no caso da lama usada previamente como filtro de metais pesados, por exemplo, é que esses elementos se despreguem do material que venha a ser usado na construção civil e contaminem o ambiente. Com essas questões em mente, o geólogo de Rio Claro deve ir ainda este ano ao Laboratório Nacional de Luz Síncrotron, em Campinas, para analisar suas amostras sob poderosos microscópios eletrônicos (de forma semelhante ao explicado no “Como se faz” desta edição, a partir da pág. 12).
As empresas produtoras de alumínio demonstram interesse nas pesquisas com a lama vermelha, segundo Maria Lúcia. “Isso ocorre no mundo inteiro, porque o custo de manter uma lagoa (reservatório) é altíssimo. Tem que haver monitoramento contínuo”, comenta. A lagoa mantida pela CBA em Alumínio, de onde vem o resíduo que está sendo testado pelos pesquisadores da Unesp, ocupa uma área de 1 hectare e tem capacidade para 870 mil metros cúbicos. Em 2024, ela deve ser desativada. “Depois disso, vão ter que procurar outro lugar [para armazenar o resíduo]. É um passivo para a vida inteira.”

FONTE: http://www.unesp.br/aci_ses/revista_unespciencia/edicao_15/a-face-vermelha-do-aluminio

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Mientras hablaba con Cezila.


Sentir o vazio
a ausência,
a falta,
o inconcreto.

Há vaga no peito
por coisa inexistente.
Por tato perdido,
encanto envolvente.

Quanto não fiz.
Procuro, o quê?
Porque procuro,
não o encontro.

Sons dum abismo.
Eco profundo,
lança no ar
gelada palavra.

Enrico Cella.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

TZONG KWAN - Sabedoria





O Bodhisattva, Ideal do Ser Humano Perfeito do Mahayana

...Bodhisattva é o ser humano que aspira à iluminação (bodhi), que aspira a se um Buda (Budha), isto é, aquele que despertou para a verdade, um iluminado. A iluminação trará consigo a superação do sofrimento, do fim das reencarnações - meta constante de todo o Budismo.

Os pressupostos são os mesmos para o Budismo Mahayana, para o Budismo Primitivo e para o Budismo Hinayana. Para o Mahayana o ser humano é também um ser nascido para o sofrimento e para a dor; pôr fim ao sofrimento e romper a cadeia dos renascimentos deve ser a meta final de todo o esforço humano.

O caminho que leva à Libertação é um caminho árduo e difícil, e sobretudo extremamente longo, que exige para ser percorrido milhões e milhões de anos, milhões e milhões de renascimentos. Neles o Bodhisattva reúne infinitos méritos, realizando ações boas, praticando as virtudes preconizadas pela moral budista; faz suas as doutrinas de Buda, assimilando-as, convertendo-as na essência de seu ser; presta homenagem a infinitos Budas, recebe deles seus Ensinamentos e imita seu exemplo.

Dois elementos caracterizam o Bodhisattva: o Conhecimento e a Compaixão. Graças ao Conhecimento terá a profunda convicção de que a Vacuidade, a insubstancialidade, a relatividade, a contingência é a natureza verdadeira de tudo o que existe, a convicção de que tudo é irreal por ser vazio e insubstancial, uma enganosa criação da nossa mente submersa no erro. Graças à Compaixão estará sempre disposto a ajudar os seres de todas as formas, a aliviar seu sofrimento, a consolá-los em suas desditas, a oferecer-lhes a paz e a felicidade ainda que à custa de si mesmo; e sobretudo se esforçará, o quanto suas forças permitirem, em conduzir todos os seres humanos para a Iluminação para a qual eles mesmos se dirigem.

Para tanto transmitirá aos demais a Palavra do Mestre, incitará a todos em seu esforço para a suprema meta, sustentará a todos quando suas forças fraquejarem.

O Bodhisattva busca seu próprio bem, mas busca ao mesmo tempo o bem alheio. Não pode separar um do outro. O Bodhisattva inicia sua carreira com o duplo voto de procurar seu bem e o bem dos outros.

E, para conseguir o bem dos outros, o Bodhisattva fará o sacrifício supremo de retardar seu ingresso no Nirvana enquanto os outros seres não tiverem chegado como ele à iluminação imaculada e excelsa, que põe fim ao sofrimento e corta a série dos renascimentos.




FONTE: Revista Bimestral do Templo Tzong Kwan - Maio de 2010. Volume 51.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Gracias por Existir



Eros Ramazzotti canta: Gracias por Existir.
Pelicula/Movie: The Notebook (Diarios de una pasión)

Como comenzamos yo no lo se
la historia que no tiene fin
ni como llegaste ser la mujer
que toda la vida pedi
Contigo hace falta passion
y un toque de poesia
y sabiduria pues yo
trabajo con fantasias
Recuerdas el dia que te cante
fue un subito escalofrio
por si no lo sabes te lo dire
yonunca deje de sentirlo
Contigo hace falta passion
no debe de fallarnos
tambien maestria pues yo
trabajo con el corazon
Cantar a la noche no bastara
es poco para mi
si quiero decirte que nunca habra
cosa mas bella que tu
cosa mas linda que tu
unica como eres
imensa cuando quieres
gracias por existir

Como comenzamos yo no lo se
la historia que toca su fin
que es ese misterio que no se fue
lo llevo aqui dentro de mi
Seran los recuerdos que no
no dejan pasar la edad
seran las palabras pues yo
sabras mil trabajos amor
Cantar con amor ya no bastara
es poco para mi
si quiero decirte que nunca habra
cosa mas bella que tu
cosa mas linda que tu
unica como eres
imensa cuando quieres
gracias por existir

ohhhh, ohhhh

Cosa mas bella que tu
cosa mas linda que tu
unica como eres
imensa cuando quieres
gracias por exisitir

Gracias por existir
cosa mas bella que tu
que tu..

Gracias por existir

Comentário: essa música é linda, tanto em italiano quanto em espanhol.
O filme? Não o conheço. Vou baixar pra ver se vale a pena.

XOXO

sábado, 30 de outubro de 2010

Tentativa.



Re-vide. Re-vida. Re-viva!

Olha, é a vida passando
velha e juvenil.
Vistosas em setembro
são as flores
no desabrochar da primavera.

O Sol irradia ternura
seus raios não queimam mais.
Pulam tal criança à amarelinha
tal qual notas pontuadas,
saltitantes, staccatas.

Gotas de orvalho,
diamantes húmidos.
Aurora quero sentir;
perfumes de jasmim
quero degustar

ao som do piano Jobim,
dedicado à Régia flor de lis,
a vida passa tal que nem sinto.
Quando será que começa?
Será que termina?

Quem sabe, me diga.
O que será a morte, senão a vida?
Para toda função,
uma inversa existe.

Para toda construção,
a demolição persiste.
Para todo sim,
um não teimoso, revide!

Edimar Henrique Sella

Ps: pra quem não notou a folha (seca) tem alma de passarinho.

Musica:

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Você passa? Eu acho graça.

Quem diz que certas coisas acontecem somente em novela?

Ja imaginou ser deixada no altar? O que vc faria naquele momento é o de menos importante a se pensar.

Resta mesmo saber o que fazer logo depois. Beber? Tramar minuciosamente a morte do noivo? Os dois?

Bem, dizem que a gente somente sabe um sentimento quando passa a senti-lo. Cruzes! Ta amarrado 3 veis.

Eu ja me vinguei de uns certos alguéns enviando músicas. É uma forma "polite" de mostrar sua insatisfação. Nada de grosserias, e nada de engulir sentimentos. Agora se nada mais der certo, compra logo uma metralhadora, atraia o dito cujo prum beco e não perca / faça a oportunidade.



Quis você pra meu amor
E você não entendeu
Quis fazer você a flor
De um jardim somente meu
Quis lhe dar toda ternura
Que havia dentro de mim
Você foi a criatura que me fez tão triste assim

(Refrão)
Ah, e agora você passa, eu acho graça
Nessa vida tudo passa
E você também passou
Entre as flores, você era a mais bela
Minha rosa amarela
Que desfolhou, perdeu a cor

Tanta volta o mundo dá
Nesse mundo eu já rodei
Voltei ao mesmo lugar
Onde um dia eu encontrei
Minha musa, minha lira, minha doce inspiração
Seu amor foi a mentira
Que quebrou meu violão

(Refrão)

Seu jogo é carta marcada
Me enganei, não sei porquê
Sem saber que eu era nada
Fiz meu tudo de você
Pra você fui aventura
Você foi minha ilusão
Nosso amor foi uma jura
Que morreu sem oração

(Refrão)

PS: Abraços solidários aos desenganados.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

A História da Sra. H.



No livro ASSIM SE CONCRETIZA O AMOR o autor (Masaharu Taniguchi) cita
um caso verídico que ilustra a diferença entre o amor carnal e o amor
búdico:

"O fato ocorreu quando eu ainda residia em Kansai. Havia nessa região
um preletor da Seicho-No-Ie de nome Shigezo Terada, que tinha uma
grande capacidade doutrinária. Nessa época, morava na cidade de Osaka
uma senhora muito rica. Como não me lembro agora do nome dela, vou
tratá-la de sra. H. A sra. H tinha câncer no estômago, e o tumor já
tinha o tamanho de uma mão fechada, sendo possível senti-lo ao apalpar
a região estomacal. Segundo os médicos, a doença atingira um estado
muito avançado e não era possível extirpar o tumor por meio de
cirurgia. Ou seja, a sra. Ha se encontrava em estado terminal.

Desesperada, resolveu recorrer a Deus e enviou um mensageiro à Academia
Yotsubashi da Seicho-No-Ie, em Osaka, com o pedido para que lhe fosse
dada orientação espiritual.

O preletor Shigezo Terada, que na ocasião tinha como base de sua
atividade doutrinária a Academia Yotsubashi, atendeu à solicitação e
foi visitar a sra. H.

Recebido por ela, o preletor disse-lhe:
- A Seicho-No-Ie ensina que o corpo carnal é reflexo da mente. Esse
tumor que se formou no seu estômago é concretização do "caroço" de
rancor e ressentimento insuportáveis que a senhora guarda dentro de si.
Para que o tumor seja curado, a senhora precisa perdoar à pessoa por
quem guarda esse rancor. Na Bíblia, está escrito que, quando um
discípulo perguntou: "Até quantas vezes poderá pecar meu irmão contra
mim, que eu lhe perdoe? Até setenta vezes?", Jesus Cristo respondeu:
"Não te digo que até setenta vezes, mas até setenta vezes sete". A
senhora também deve perdoar setenta vezes sete à pessoa por quem guarda
esse rancor. Deve perdoar totalmente, de todo o coração.

Como lhe disse, o corpo carnal é reflexo da mente; por isso, enquanto a
senhora não perdoar a essa pessoa e mantiver na mente esse "caroço" de
rancor e ressentimento, o tumor manifestado no corpo não desaparecerá.
Assim, a senhora acabará sendo aniquilada por esse "caroço" de rancor,
ou seja, pelo próprio ódio. Mas, afinal, quem a senhora odeia tanto?

A senhora H respondeu:(...)"

E no proximo post a história continua.

domingo, 3 de outubro de 2010

A Cura pelo Amor (búdico)

Referindo-se ao estado espiritual de Sakyamuni no momento em que alcançou a iluminação, a Sutra Agon (Agongyö) diz: "Libertou-se de todos os amores". Nessa frase, a expressão "todos os amores" indica todas as formas de apego, ou seja, paixões mundanas. Já que coloquei neste livro o título ASSIM SE CONCRETIZA O AMOR, cabe-me esclarecer que existe uma grande diferença, quanto ao significado, entre a palavra "amor" usada na linguagem atual e a mesma palavra empregada na doutrina budista transmitida pela Sutra Agon. Na linguagem atual, a palavra "amor" expressa a grande virtude do ser humano, que deve ser aperfeiçoada com esforço e diligência. No tempo em que foi escrita a Sutra Agon, "amor" significava paixões mundanas que deviam ser eliminadas.

Na Sutra Kanmuryöju (Kanmuryöjukyö), o "amor" na mesma acepção da linguagem moderna (como usamos na frase "Deus é amor") é expresso com o termo "sentimento búdico", que aparece em frases como: "O sentimento búdico consiste de shimuryöshin (quatro virtudes fundamentais)".

Shimuryöshin é o conjunto de quatro sentimentos sinceros: a misericórdia, a compaixão, o júbilo e o desprendimento. A misericórdia é o sentimento de fazer caridade aos que sofrem e minorar-lhes o sofrimento; a compaixão é o sentimento de se compadecer do sofrimento dos outros e procurar consolá-los.

A palavra "amor" que usei no título deste livro (ASSIM SE CONCRETIZA O AMOR) corresponde ao sentimento búdico que existe em cada um de nós. Para manifestar concretamente o amor, é necessário conhecer a sua essência. O amor verdadeiro não é um mero sentimentalismo expresso em sussurros como "Eu te amo, meu bem", mas sim um sublime sentimento búdico, que é o conjunto dos quatro sentimentos sinceros mencionados. Mas não basta compreender o amor verdadeiro no nível de idéia, ou seja, de maneira abstrata. É imprescindível expressá-lo em atos concretos. Conhecer a essência do amor verdadeiro e manifestá-la na vida prática - esse é o significado de "concretizar o amor". Masaharu Taniguchi em ASSIM SE CONCRETIZA O AMOR. Ed Seicho-no-ie.


domingo, 19 de setembro de 2010

Ouroboros



Perenidade

Vida que vai levando
sangrando os minutos
trançando os segundos

Filhos do tempo,
passado e sem futuro
súditos do presente
vão e vil Ouroboros

onde sera o fim da estrada,
e o começo do caminho?
é longa a jornada
quando se caminha sozinho

a vista fica turva
na procura do horizonte
o sol que nasce ao longe
esquenta a pedra, o chão em brasa

vento fresco vai
brisa morna fica
as pernas bambas clamam trégua
os pés firmes calçam terra

e continua-se no destino

lua chega pra alumia
folha úmida traz a chuva
pro rosto rachado chora
chora chuva no meu rosto

limpa a alma das vontades
salva a carne dos bezouros
das mutucas e pernilongos
das mariposas e percevejos
das fagulhas e dos espinhos

vida que vai levando
sangrando os minutos
trançando os segundos

filhos do tempo,
passado e sem futuro
súditos do presente
vão e vil Ouroboros..

Edimar Henrique Sella

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Polícia procura "bandido do pênis" na Inglaterra

A polícia de Lewes, no sul da Inglaterra, está à procura do responsável por espalhar pela cidade uma série de cartazes retratando um pênis.

Os pôsteres em tamanho A3 e A4 mostram um órgão sexual masculino enfeitado com um laço de fita amarela, e foram colocados em estacionamentos e outros locais próximo de escolas.

Um porta-voz da polícia local disse que os investigadores não descartam que a ação seja uma forma de protesto, porque algumas imagens aparecem com a seguinte descrição: "Valores [possivelmente de mensalidades, comissões ou impostos] a serem elevados até o fim do ano'.

A polícia começou a remover as reproduções, que foram enviadas para exame de impressão digital.

"Não recebemos nenhuma queixa formal, mas estamos preocupados porque esses pôsteres apareceram perto de escolas e podem muito bem causar ofensa ou estresse", disse o porta-voz da polícia.

A corporação divulgou que está em busca do responsável pelo ato, mas não revelou se segue alguma pista no caso.

"Pelo que vimos, se isto for um autorretrato, o artista não tem pressa de ser identificado", disse o porta-voz.

PS: Sem mais. Aposto que era propaganda enganosa... pra ter que imprimir em A3 é porque era japonês.

Referencias:http://www1.folha.uol.com.br/bbc/770713-policia-busca-bandido-do-penis-na-inglaterra.shtml
http://www.londrix.com/noticias.php?id=70246

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Mon rêve



Com meu amor, sonhei hoje.
Delirios azuis nos olhos vibrantes.
O ébano delicado dos cabelos
penetrava o fundo escuro da lembrança
Cansaço...e esperança.
Cansaço, não poder toca-lo,
por ser simples vista momentaneamente intangível.
Senti sua presença por vão instante.
Intangível, agora sei ser existente.
No meu sonho inconsequente,
o seu corpo o meu tocava.
A certeza a mim adveio
eras tu, simplesmente tu
anjo acalentador de minh'alma.
Não desceste do céu
pois o céu a mim levaste.
Contigo fugi em tu'asas.
Mataste a dúvida
fizeste crescer a dádiva.
Pois contenta-me a vida
o simples fato de seres ser.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Presente repete o passado.

Nova forma de colonização e exploração: controle de ações em empresas multinacionais por corporações extrangeiras em países de terceiro mundo (ditos em desenvolvimento) tradicionalmente produtores de matérias-primas e bens primários.

Apesar de serem detentores de riquezas naturais abundantes, países dominados pela política populista de controle de massas, baseada na "distribuição de renda controlada" (denominada por mim, pinga-pinga) - a exemplo de bolsas escola, família, auxilio gás e energia, entre outras - , associada a espetáculos midiáticos (copa do mundo e campeonatos de futebol) tal como os da já familiar estratégia "pão-e-circo", são frequentemente lesados em seu patrimônio e capitais internos sem que seu povo nem tome conhecimento.

É como disse o Arnold Vandame Stalone, a gente acaba com os predios deles, explodimos tudo, e eles ainda correm, sorrindo de orelha a orelha, nos agradecer com cachorros-quente.

Somos como aqueles pobres ignorantes, que moram num castelo pensando que é uma humilde choupana, e não dão a mínima para os 'pequenos' furtos feitos pelos vizinhos convidados do banquete. Sequer sabem que são roubados bem debaixo de seus grandes narizes tortos. Ou pior, quando sabem, fingem não saber, pois sentem-se sós no imenso país da roubalheira, e portanto, não reclamam seus direitos, já que pensam dos 'amigos' depender.

Abram seus olhos! Os bens são seus! Que amigo age de boa fé investindo em sua casa e apos triplicar o valor investido, leva-o embora para aplica-lo em seu proprio castelo?

Veja o que acontece nesse imenso país, a mais de 1000km do feudo de Cuiabá:

SÃO PAULO (Reuters) - Cerca de 250 índios de dez etnias libertaram no início da noite desta segunda-feira cinco funcionários de um consórcio que constrói uma usina hidrelétrica em Aripuanã, no interior de Mato Grosso, disse o secretário adjunto de Meio Ambiente estadual, Salatiel Araújo.

Os índios reclamam que a usina estaria sendo construída na área onde existiria um cemitério indígena e também alegam que suas aldeias na região sofrem impactos por conta da construção da unidade, que fica a cerca de 1.100 quilômetros da capital Cuiabá.

"Os reféns foram libertados e agora estamos conversando com os índios", disse Araújo à Reuters por telefone.

Os índios invadiram o canteiro de obras da usina de Dardanelos no fim de semana e, inicialmente, fizeram reféns 280 trabalhadores, informou mais cedo o capitão da Polícia Militar local, Sebastião Taques.

Ele acrescentou que na noite de domingo, os índios aceitaram libertar grande parte dos funcionários, mas mantiveram três engenheiros e dois dos responsáveis pela obra.

Apesar da libertação, os índios permaneciam ocupando o local e mantinham uma reunião com representantes da Fundação Nacional do Índio (Funai), da Secretaria Estadual de Meio Ambiente de Mato Grosso e do consórcio responsável pela construção da hidrelétrica.

"Os índios estão tratando a gente com dignidade. Estamos fazendo uma reunião para decidir se vamos discutir as outras questões durante a noite ou amanhã cedo", afirmou Araújo.

A usina hidrelétrica de Dardanelos, que terá capacidade instalada de 216 megawatts, está sendo construída desde 2007 por um consórcio formado pela Neoenergia, empresa brasileira controlada pela espanhola Iberdrola, e as estatais Chesf e Eletronorte, ambas controladas pela Eletrobras.

A data estimada para início da operação da usina é janeiro de 2011.

OBS: Tirem suas próprias conclusões. Os índios, mais uma vez explorados, e exterminados em sua cultura, dignidade, história e território pelo povo colonizador, pasmem, de origem espanhola. É o presente repetindo o passado, mas de maneira mais branda e "politicamente correta".

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Brazil, fornication's latin country in a World Cup

"Well, well, well, well.."
Assim começava mais uma aula do meu querido professor de História da Arte do colegial, o Profº Chenso. Lembro das caricaturas feitas por mim na lousa na tentativa de retratar esse querido professor. Ele invariavelmente, as apagava como se não tivesse nem mesmo se reconhecido nelas. Talvez não fossem realmente boas então.

Boa mesmo é a "arte" e a ginga brasileira. No futebol?? Nãoooo, isso não nos pertence mais.. A arte de que falo é a arte da politicagem, e por que não, da política maquiavélica? Calma, eu explico. Uma vez chegando ao poder, tendo-o nas mãos, como mantê-lo? (pensa o príncipe Lula) Como não deixa-lo escapar entre os dedos?? Oh, deus (escrevo com letras minusculas pra não desrespeitar a Divindade) como farei para alcançar tal objetivo? Mensalão? Mensalinho? Empresa fantasma, laranjas, qual tática usarei dessa vez para lavar meu dinheiro?? Que dilema.

Dessa vez, não foi a vez do Brasil na Copa. Mas, como não podia deixar de ser, agimos como meros espectadores. Assistimos à atuação de "pessoas" manipuladoras de todo o palco: dos artistas ao cenário; do figurino à produção. Os que verdadeiramente lucram com todo o show.

Quem conhece o palhaço Ricardo Teixeira(63)? É... esse não é mais velho que o Lula (64), mas está a mais tempo no poder, há 21 anos na presidencia da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), pretendendo ficar por mais 4 anos, até a Copa de 2014, no Brasil.

Mais sobre a infeliz existencia de tal sujeito, só consultar a Wikipedia, mas a tira-gosto, reproduzo parte do artigo:

"(...)Em Assembleia Geral realizada em 18 de abril de 2006, dirigentes das 27 federações estaduais decidiram aumentar de quatro para sete anos o mandato do próximo presidente da Confederação Brasileira de Futebol, que será eleito no ano que vem. Embora não tenha antecipado nada a respeito, Ricardo Teixeira continuará como o candidato oficial da entidade. Ele garantiria assim sua presença no cargo até depois da Copa do Mundo de 2014 , que pelo rodízio da FIFA, será realizada obrigatoriamente na América do Sul. O Brasil desponta como país favorito para sediar a competição.

Segundo os autores da proposta, esta medida evitará que, perto da Copa de 2014, Estados pressionem para serem mais favorecidos na hora de escolher as cidades-sedes.

Nos seus primeiros mandatos, Teixeira foi eleito por um colégio eleitoral composto pelos presidentes de federações estaduais. A partir de 2003, também votaram os presidentes dos clubes que disputaram a Série A do Campeonato Brasileiro do ano anterior.

Teixeira é o dirigente que por mais tempo comandou a CBF."


Para quem passa mal, tem estomago ou coração fraco, melhor não ler a parte que trata da CORRUPÇÃO NA CBF. Cita-se nomes como: Ronadinho (Gordomeno),Zagallo, João Havelange, Aldo Rebelo, Vanderlei Luxemburgo, Eurico Miranda, e.. pasmem, o nosso "Rei" PELÉ.

Ah, pra quem gosta de roupa de grife, não dispensa um tênis da NIKE, começe a pesquisar os trambiques em que essa (o que não exime as outras) empresa multinacional (empregadora de mão de obra escrava e/ou infantil) se meteu. Isso mesmo, "se meteu", pois gente dessa laia se infiltra em todos os meios, corrompendo, fornicando com as mais diversar esferas de poder.

Humpf. É só o que tenho a dizer. Por hora.

sábado, 22 de maio de 2010

Vidas interrompidas.

Não posso deixar passar em branco. Conheci a Patricia no primeiro colegial. Ela era uma moça muito tímida. Estavamos todos entrando num colégio novo, com novas pessoas para conhecer, é natural ficarmos retraídos. Cheguei a fazer alguns trabalhos com ela. Lembro de ter conversado com a Patricia varias vezes na frente do portão da escola, esperando nossos pais virem nos buscar.
O pai dela era advogado, e ela sempre, ao ser questionada qual curso optaria no vestibular, respondia que nunca seguiria a carreira do pai.
Ah Paty, não acredito ainda que a vida tomou tais rumos. Queria poder ter falado contigo mais vezes, Paty. Queria poder ter te dado um abraço ainda quando eramos colegiais. Como são bobos os pensamentos dos colegiais, meras crianças cheias de pudores.
A Paty fazia direito na Puc. Espero que tenham sido felizes os seus dias. Por isso temos que aproveita-los bem, nunca saberemos quando interromperemos nossa jornada. Sempre fazendo o melhor, buscando o melhor. Temos que compartilhar a nossa existência vendo que cada momento é unico, e será o último, pois nenhum momento volta a acontecer.
Espero que sua alma encontre sempre a luz e a paz, Patricia. Que Deus te abençoe, querida.

Trecho do perfil do orkut de Patricia:

"todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus..." Romanos 8, 28.

"Nós somos do tecido de que são feitos os sonhos."
William Shakespeare

"Sei muito bem do projeto que tenho em relação a vós - oráculo do Senhor! É um projeto de felicidade, não de sofrimento: dar vos um futuro, uma esperança! Quando me invocardes, ireis em frente, quando orardes a mim, eu vos ouvirei. Quando me procurardes, vós me encontrareis, quando me seguirdes de todo coração, eu me deixarei encontrar por vós - oráculo do Senhor. Mudarei vosso destino..." (Jeremias 29, 10-14)

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sábado, 22 de maio de 2010
TRIPLA COLISÃO MATA UMA JOVEM EM LONDRINA

Patrícia Olimpo de Paula, de 22 anos, morreu na madrugada deste sábado (22) em um acidente no centro de Londrina, no cruzamento da avenida JK com rua Pernambuco, em frente ao Hospital Infantil. Mais duas pessoas ficaram feridas na tripla colisão.
Pouco antes de 4 horas da madrugada, um Citroen C3 com placas de Londrina, que trafegava pela avenida JK na direção da avenida Higienópolis, atingiu a Saveiro (de Apucarana) onde estava Patrícia Olimpo, que teve morte instantânea.
Um veículo Toyota Fielder, com placas de Maringá, que estava parado no semáforo, foi atingido pela Saveiro, que capotou. Douglas Tatsuo Golfeto, de 19 anos, que conduzia o Toyota, sofreu fraturas e cortes, sem gravidade.
Também ficou ferida, sem risco de morte, a motorista do Citroen C3, Aruana Souza, de 18 anos.

...

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Musica e Poesia... Almir Sater!



Ando devagar porque já tive pressa,
E levo esse sorriso, porque já chorei demais,
Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe,
Só levo a certeza de que muito pouco eu sei, ou
Nada sei, conhecer as manhas e as manhãs,
O sabor das massas e das maçãs.
É preciso amor pra puder pulsar, é preciso paz
Pra poder sorrir, é preciso a chuva para florir.

Penso que cumprir a vida, seja simplesmente
Compreender a marcha, ir tocando em frente,
Como um velho boiadeiro, levando a boiada
Eu vou tocando os dias pela longa estrada, eu vou,
Estrada eu sou, conhecer as manhas e as manhãs,
O sabor das massas e das maças,
É preciso amor pra puder pussar, é preciso paz
Pra poder sorrir, é preciso a chuva para florir

Todo mundo ama um dia, todo mundo chora,
Um dia a gente chega, no outro vai embora,
Cada um de nos compõe a sua história, cada ser em si
Carrega o dom de ser capaz, e ser feliz,
conhecer as manhas e as manhãs,
O sabor das massas e das maças,
É preciso amor pra puder pussar, é preciso paz
Pra poder sorrir, é preciso a chuva para florir

Ando devagar porque já tive pressa,
E levo esse sorriso, porque já chorei de mais,
Cada um de nos compõe a sua história, cada ser em si
Carrega o dom de ser capaz, e ser feliz

Obs: essa música fez parte da trilha sonora do filme: Menino da Porteira.
Obs2: sim, assisti o filme, muito a contra gosto numa viagem. Não se pode escolher o filme que se vai assistir nas viagens de ônibus. Para minha grande surpresa, esse filme foi muito bom. É quase "sessão da tarde", mas foi bem desestressante, apropriado para quem retorna do interior de São Paulo. É um filme com algumas interpretações admiráveis, e outras, nem tanto.. mas vale a pena sim.
Obs3: a ultima estrofe é a mais linda, cheia de pensamentos bons!

Abraços a todos(as)!

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Imagem e Som







Vou publicar mais videos de músicas que se referem a imagens. É muito agradável escuta-las e imaginar as sensações criadas pela junção: som + imagem.

domingo, 2 de maio de 2010

Iluminação



Um dia, provavelmente em minhas leituras feitas em consultorio médico (o que equivale a 'leituras de banheiro'), vi um pensamento interessante. Em poucas palavras dizia mais ou menos assim: os ocidentais buscam a felicidade, os orientais, a iluminação.
Isso foi algo um tanto, digamos, iluminador?
Bem, para mim foi importante ter lido isso, pois sei que ainda busco a encontrar a felicidade, mas para ser feliz, terei de tomar a bússola da iluminação.

Como lês?

"E Ele lhe disse: Que está escrito na lei? Como lês?" Lucas, 10:26.

A interrogação do Mestre ao doutor de Jerusalém dá idéia do interesse de Jesus pela nossa maneira de penetração da leitura.
Sem nos referirmos ao círculo vasto de pessoas ainda indiferentes às lições do Evangelho, podemos reconhecer, mesmo entre os aprendizes, as mais diversas tendências no que se refere ao problema dos livros.
Os leitores distanciam-se uns dos outros pelas expressões mais heterogêneas.
Us pedem consolação, outros procuram recreio.
Há os que buscam motivos tristes por cultivar a dor, tanto quanto os que se arvoram em caçadores de gargalhadas.
Surgem os que reclamam tóxicos intelectuais, os que andam em busca de fantasias, os que insistem por incentivos à polêmica envenenada.
Raros leitores pedem iluminação.
Sem isto, entretanto, podem ler muito, saturando o pensamento de teorias as mais estranhas. Chega ao dia em que reconhecem a pouca substancialidade de seus esforços, porque, sem luz, o conforto pode induzir à preguiça, ao entretenimento, à aventura menos digna, à tristeza, ao isolamento, ao risco e ao deboche.
Com a iluminação espiritual, todavia cada cousa permanece em seu lugar, orientada no sentido de utilidade justa.
Lembra que quando te aproximes de um livro estas sempre pedindo alguma couse. Repara, com atenção, o que fazes.
Que procuras? Emoções, consolo, entretenimento? Não olvides que o Mestre pode também interrogar-te: "Como lês?".

Emmanuel

Médium: Francisco Cândido Xavier
Extraído do livro: "Alma e Luz".

L'amore, la vita senza fine...



Senza fine
Tu trascini la nostra vita
Senza un attimo di respiro
Per sognare
Per potere ricordare
Cio che abbiamo gia vissuto

Senza fine
Tu sei un attimo senza fine
Non hai ieri
Non hai domani
Tutto e ormai nelle tue mani
Mani grandi
Mani senza fine

Non m'importa della luna
Non m'importa delle stelle
Tu per me sei luna e stelle
Tu per me sei sole e cielo
Tu per me sei tutto quanto
Tutto quanto io voglio avere

Senza fine
La, la, la, la
Senza fine

sábado, 13 de março de 2010

Quando vai nevar pra eu esquiar???

Hey, alguém sabe que eu existo? Quer dizer, se eu morrer hoje, para quem deixo meus CD's, DVD's, caixas de sapatos com cartas, arquivos de fotos, orkut, as camisetas by Henry?! Puxa, não acho que eu faça diferença na vida de alguém além dos parentes mais proximos. Mas não sei até que ponto isso me faz bem ou mal.

Conheci um cara que achei que fosse ser meu amigo. Conheci um outro que pensei que poderia ser algo mais. Não conheci ninguém. Tudo não passou de um sonho, e nem era verão.

O inverno continua la fora.
Neva.
Venta.
E eu, não tenho nem um par de esquis.

Quem vai me levar pra passear?
Quem vai me dar banho na velhice?
Haverá velhice?

Sou eu, eu mesmo, ou é outro?!